Reconhecimento facial em tempo real
A cada passagem, o sistema compara o rosto com a base cadastrada e decide na hora: morador reconhecido vira registro, desconhecido vira alerta. Sem atraso, sem depender de revisão manual.
Reconhecimento facial, alerta imediato e registro auditável sobre as câmeras que o seu condomínio já tem instaladas. Sem trocar equipamento, sem depender de alguém olhando o monitor.
Ilustração da interface. Dados fictícios.
Análise contínua, sem depender de atenção humana no monitor
Entre a detecção de um desconhecido e o alerta na portaria
Dos eventos registrados com imagem e horário para auditoria
Biometria cifrada, consentimento registrado e retenção definida
Quem somos
A Máxima Tecnologia parte de uma constatação simples: a maioria dos condomínios já tem câmera, mas continua descobrindo problema só depois que ele acontece. Gravar não é o mesmo que proteger.
Levamos essa estrutura ao seu máximo: um sistema que reconhece quem pertence ao lugar, avisa no instante em que aparece quem não pertence, e guarda o registro que sustenta uma apuração de verdade.
Serviços
Uma camada de inteligência sobre o CFTV existente — do reconhecimento na portaria ao registro que sustenta uma ocorrência.
A cada passagem, o sistema compara o rosto com a base cadastrada e decide na hora: morador reconhecido vira registro, desconhecido vira alerta. Sem atraso, sem depender de revisão manual.
Pessoa fora da base dispara aviso imediato pra portaria e pro síndico, com a foto e o ponto exato da câmera — antes de virar ocorrência, não depois.
Conecta via RTSP no equipamento que o condomínio já tem, inclusive Intelbras. Câmera nova só entra onde a atual fisicamente não sustenta reconhecimento — e isso é medido, não estimado.
Análise contínua, 24 horas por dia. O monitor de portaria deixa de ser o único ponto de falha do sistema — a IA nunca se distrai e nunca troca de turno.
Recorte do rosto, quadro inteiro da cena, câmera, data e hora — guardados por evento. É o que sustenta uma apuração interna ou um boletim de ocorrência.
Biometria cifrada, consentimento registrado por titular, retenção configurável e eliminação em um clique — desenhado assim desde o início, não encaixado depois.
Diferencial
Reconhecimento facial funciona muito bem dentro de limites físicos que não dá pra contornar com marketing. Estes quatro pontos são o que garantimos por escrito antes de qualquer contrato ser assinado.
Padrão Máxima
Medir antes de vender
Reconhecimento confiável exige um rosto com pelo menos 60 pixels de largura no quadro — abaixo disso, a taxa de acerto despenca. Medimos isso câmera por câmera antes de fechar qualquer contrato, e você recebe o número, não uma estimativa.
Padrão Máxima
Sem inventar o que a câmera não viu
Super-resolução artificial cria detalhes que não existiam no original — bonito na tela, indefensável como prova. Onde o ângulo ou a distância comprometem o reconhecimento, o ponto entra no projeto de reposicionamento, não em promessa de IA milagrosa.
Padrão Máxima
Dúvida vira 'não identificado', nunca um nome errado
Rosto pequeno, borrado ou de perfil não é comparado — fica como evento de baixa qualidade, sem identidade atribuída. Confirmação exige a pessoa aparecer em mais de um quadro antes de qualquer identificação ser registrada.
Padrão Máxima
Câmera fora do ar é alerta, não silêncio
Conexão, último contato e último erro ficam registrados por câmera, em tempo real. Um sistema que para de enxergar sem avisar falha exatamente na hora em que mais precisava funcionar.
Como funciona
Quatro etapas até o sistema estar de pé. A primeira não custa nada, e o laudo é seu mesmo que você não feche conosco.
Conectamos ao DVR e medimos, canal por canal, o tamanho real do rosto que chega até o sistema. Você recebe o laudo antes de qualquer proposta — sem custo, sem compromisso.
Definimos quais canais entram no reconhecimento e o que precisa de reposicionamento. Só o necessário para a cobertura funcionar — o restante do CFTV segue como está.
Moradores e funcionários são cadastrados com termo de consentimento registrado, como a LGPD exige para qualquer dado biométrico.
Alertas em observação nas primeiras semanas, ajustando o sistema aos dados reais do seu condomínio antes de acionar a portaria de verdade.
Integração com a Segurança Pública
Boa parte das ocorrências em condomínio esbarra na dificuldade de provar o que aconteceu. Vídeo de baixa qualidade, sem horário confiável e sem cadeia de custódia não sustenta um boletim de ocorrência.
O compartilhamento de imagens com órgãos públicos depende de convênio firmado e de decisão do condomínio em assembleia. Não há compartilhamento automático — o controle é sempre de quem contrata.
Ilustração da interface. Dados fictícios.
Contato
Conectamos ao seu DVR, medimos o que cada câmera realmente entrega e mostramos o resultado. Sem custo e sem compromisso — o laudo é seu, feche com a gente ou não.
A diferença entre descobrir depois e ser avisado na hora cabe num diagnóstico de uma visita. Vamos medir o que as suas câmeras entregam de verdade.
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